
Boca Juniors volta a defrontar o Bayern depois da final da Intercontinental de 2001 de má memória. Antigo capitão até recordou a 'Casa de Papel'. Promete ser quente o outro jogo do grupo do Benfica: o Boca Juniors está acossado pelas duas expulsões frente ao Benfica que valeram quatro jogos de castigo a cada um dos jogadores que viram o vermelho direto (Ander Herrera e Nicolás Figal) e o adversário é de péssima memória.
Mas para isso, é preciso recuar 24 anos até ao jogo que opôs os dois clubes, na final da Taça Intercontinental, em 2001, em Tóquio, que terminou com vitória dos alemães por 1-0. Foi, na opinião de Mauricio Chicco Serna, à data capitão dos xeneizes e hoje membro da Direção do Boca, o «roubo do século», a ponto de ter publicado nas redes sociais uma foto adulterada no momento em que cumprimenta o capitão do Bayern, Oliver Khan, e os árbitros substituídos por personagens da famosa série Casa de Papel, numa alusão à condição de... ladrões.
Os argentinos queixaram-se, à data, da arbitragem do dinamarquês Kim Nielsen, que perdoou uma série de entradas duras sobre Riquelme (hoje presidente do Boca Juniors) e de não sancionar uma falta de Giovanni Élber na origem do único golo do jogo, apontado por Samuel Kuffour (mais tarde, o avançado brasileiro reconheceu ter feito a infração). Segundo a TyC Sports, o Boca Juniors encara esta partida com o desejo de «vingança».
A Bola



