
Bahia chegou a cinco partidas seguidas sem vitória ao perder por 2 a 1 para o Cruzeiro na Arena Fonte Nova; Rogério Ceni encara pressão por resultados antes do confronto decisivo com o Remo pela Copa do Brasil.
Bahia perde para o Cruzeiro e atinge quinto jogo sem vitória
Bahia foi derrotado pelo Cruzeiro por 2 a 1 na Arena Fonte Nova, resultado que amplia a sequência sem triunfos para cinco partidas no Campeonato Brasileiro. A derrota expõe desequilíbrios defensivos e dificuldades ofensivas que vêm recorrendo desde a última vitória, em 11 de abril contra o Mirassol.
Como foi a partida
Cruzeiro virou o placar após um início equilibrado do Bahia, que abriu o marcador mas não sustentou o controle do jogo. Erros na recomposição e transições lentas permitiram ao adversário explorar os espaços e definir o resultado. O Tricolor teve momentos de pressão, mas faltou efetividade no último terço.

Sequência ruim e histórico recente
O desempenho atual repete um padrão preocupante: derrotas para Flamengo e Remo, empates com Santos e São Paulo, e agora o revés diante do Cruzeiro. A última vitória do time foi em 11 de abril, contra o Mirassol, e a equipe já viveu situação parecida em 2024, quando ficou sete jogos sem vencer.
Rogério Ceni sob avaliação
Rogério Ceni enfrenta questões táticas e de gestão de elenco. A equipe mostra carência de soluções ofensivas quando as rotas iniciais são neutralizadas, além de falhas de posicionamento defensivo em bolas paradas e transições. As mudanças no sistema e a escolha dos titulares devem ser mais incisivas se a meta é reverter o momento.
Impacto na temporada e próximo compromisso
A fase negativa chega em momento sensível da temporada, com a Copa do Brasil à vista. O Bahia volta a campo na próxima quarta-feira (13), às 21h30 (horário de Brasília), contra o Remo, no Mangueirão, pela quinta fase da Copa do Brasil — confronto em que o Tricolor já perdeu por 3 a 1 na ida, na Arena Fonte Nova. O resultado e a postura no jogo de volta terão peso para a continuidade do trabalho.
O que precisa mudar
Defensivamente, o Bahia precisa maior compactação e clareza nas marcações entre linhas. Ofensivamente, exige-se criatividade nos laterais e mais mobilidade dos atacantes para quebrar linhas adversárias. Ajustes táticos e memória coletiva são urgentes para evitar que a sequência negativa se transforme em crise de identidade.
Prognóstico prático (análise)
Sem trazer certezas, a leitura é clara: o time tem qualidade, mas falta consistência. A Copa do Brasil oferece uma oportunidade imediata de recuperação; falhar nela pode ampliar a pressão interna e externa. Rogério Ceni terá pouco tempo para consertar vícios e reforçar confiança no elenco.
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