
Luka Modrić admitiu estar próximo da aposentadoria e atribuiu à atuação decisiva do jovem Susić, de 22 anos, a manutenção das esperanças da Croácia na Copa do Mundo depois da vitória sobre Gana — um desempenho que transformou uma possível despedida amarga em um alívio coletivo e lançou a conversa sobre sucessão no meio-campo croata.
Modrić admite fim de carreira próximo e enaltece Susić após jogo-chave contra Gana
Modrić reconheceu publicamente que vive o crepúsculo da carreira e que cada partida tem peso extra, especialmente em uma Copa do Mundo. A vitória sobre Gana, duelo decisivo na fase de grupos, teria significado eliminação caso a Croácia perdesse — situação evitada, em grande parte, pela exibição de Susić.
Contexto do jogo e importância imediata
A partida contra os Black Stars foi um teste de nervos: obrigação de vencer para avançar. Susić, 22 anos e integrado recentemente ao grupo, apareceu com personalidade e controle de jogo, oferecendo alternativas ao antigo núcleo liderado por Modrić. Sua contribuição não foi só técnica, mas também psicológica, ao dissipar a ansiedade coletiva.
O que Modrić disse e por que importa
Modrić deixou claro que sente a proximidade do fim da carreira e tenta aproveitar cada momento, mas destacou a pressão enorme que recai sobre a seleção. Ao elogiar Susić como “presente, não apenas futuro”, o capitão valida uma transição geracional em curso e dá confiança ao jovem para assumir protagonismo.

Impacto para a seleção croata
A confirmação de que um jovem do perfil de Susić pode resolver jogos importantes muda a dinâmica da equipe. A Croácia ganha opções táticas e respirou aliviada, com a possibilidade de gerenciar minutos de Modrić sem perder controle do meio-campo. Isso torna a seleção menos dependente de um único jogador em momentos decisivos.
O que isso significa para Modrić e para o treinador
Para Modrić, a situação é dupla: há ainda o desejo de competir no mais alto nível e a necessidade de preservar o legado. Para o treinador, a leitura é clara — é hora de dosar a experiência de Modrić e acelerar a integração de peças como Susić em jogos de pressão. Essa gestão será determinante nas fases finais do torneio.
Próximos passos e possíveis desdobramentos
Susić tende a ganhar mais minutos e responsabilidade se mantiver o nível exibido contra Gana. A Croácia precisa agora consolidar rotinas que permitam a transição sem rupturas. Se Modrić realmente encerrar a carreira após o torneio, a forma como a equipe se reorganizará no meio será o principal desafio tático e emocional.
Conclusão
A foto do momento é simples: um ícone admitindo fim iminente da carreira e um jovem assumindo o protagonismo. Essa combinação deu à Croácia fôlego imediato na Copa do Mundo e fornece um roteiro claro para a reconstrução pós-Modrić — contanto que a seleção consiga transformar o talento individual de Susić em consistência coletiva.
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